No segundo nível, o operador já não precisa de estar no terreno. Através de tele-operação, a máquina é controlada à distância, a partir de um posto no escritório ou centro de controlo, com apoio de câmaras e sensores.
Ideal para reduzir deslocações, exposição a ambientes agressivos e tempo perdido em rondas físicas, mantendo o controlo humano total sobre a operação.